Hoje vamos falar sobre um assunto muito abordado durante os atendimentos nas clínicas: a perda de desejo sexual pela esposa.
Um dos momentos mais difíceis da vida de um casal é quando o desejo de um dos cônjuges diminui, ou até mesmo acaba. Alguns dos fatores que podem influenciar na diminuição do desejo sexual são a falta de cuidado um com o outro, a falta de atenção, os problemas de comunicação, as brigas constantes, a falta de empatia e de compaixão, a falta de admiração e de respeito, a disputa de poder na educação dos filhos, os valores divergentes, a falta de tempo a dois e todas as coisas que acontecem no dia-a-dia e acabam influenciando no desgaste da relação. Muitas vezes, quando o homem perde o interesse pela relação sexual ou não consegue manter uma ereção, é comum que a parceira se sinta rejeitada, acreditando que não é boa o suficiente e que o parceiro tem outra pessoa e por isso não a quer mais. Porém, quase sempre a falta de libido masculina não está ligada diretamente à parceira.
A falta de desejo sexual do homem pode estar relacionado à baixa testosterona e/ou uso de medicamentos, baixa autoestima, ansiedade, cansaço e estresse.
Aliás, o cansaço excessivo e o estresse no trabalho são as causas principais para a diminuição do desejo sexual masculino, ejaculação precoce ou dificuldade para manter uma ereção. Isto porque estes dois fatores provocam alterações no humor que podem acarretar brigas, falta de interesse em investir na relação e, consequentemente, diminuição na libido.
Outros fatores relacionados com as disfunções sexuais são a ansiedade e a depressão
Doenças crônicas como diabetes e pressão alta afetam diretamente o desejo sexual, já que levam à diminuição do calibre dos vasos sanguíneos, fazendo com que o sangue circule com mais dificuldade e, consequentemente, afetando a ereção, já que para o pênis ficar ereto é necessário uma boa circulação sanguínea. Se o seu companheiro tem alguns dos sintomas acima, converse com ele e incentive a busca por ajuda e cuidado médico. Assim como há tratamento para diabetes e hipertensão, há como viver tranquilamente com tratamentos adequados para melhora da performance sexual.
Ah! E muito cuidado com o excesso de bebida alcoólica! O álcool, quando consumido em excesso e com frequência, pode levar à disfunção erétil/impotência sexual. O homem pode sentir mais dificuldade em ter ereções e/ou mantê-las. Além disso, o uso de álcool excessivo atrapalha o relacionamento em casa com mulheres e filhos devido às alterações psicológicas causadas pelo vício. Homens que possuem disfunção erétil e/ou impotência sexual e não tratam, podem acabar se sentindo culpados por não dar prazer à sua parceira. Com isso, acabam evitando o sexo. A questão neste caso não é a mulher, mas o medo de falhar ou se sentir impotente na relação.
Você deve estar se perguntando agora: como resolver este problema?
A resposta é simples! Busque ajuda médica ou psicológica. Há tratamentos muito eficazes para deixar o homem mais viril e com potência e ereção adequada para relações sexuais.
Todo e qualquer problema de saúde deve sempre ser avaliado e tratado por um profissional médico. Quando falamos de problemas psicológicos, o ideal é que o homem ou mesmo o casal procure ajuda de um psicólogo especialista em sexualidade para endereçar estas questões e resolvê-las.
Lembre-se: sexo é bom e faz muito bem para a saúde, sendo um dos pilares da qualidade de vida e de um relacionamento satisfatório. Não deixe que um problema que tem tratamento atrapalhe ou acabe com o seu relacionamento. Cuide-se! Cuide dele e, homens, cuidem delas!
Um abraço e até a próxima! Ficou com alguma dúvida? A DR FORMEN pode te ajudar. Ligue ou envie WhatsApp para 4003-6919 e receba orientações especializadas de um de nossos consultores.
Segundo o médico urologista Dr. Rafael Lugon da Clínica Dr. Formen, é natural que os homens percam uma diminuição gradual do desejo sexual (libido) à medida que envelhecem. O grau desse declínio varia. Mas a maioria dos homens mantém pelo menos algum interesse sexual em seus 60 e 70 anos. Mas às vezes a perda do desejo sexual está relacionada a uma condição subjacente. Depressão, estresse, alcoolismo, uso de drogas ilícitas e fadiga muitas vezes podem ser fatores de perda de desejo sexual em homens. Às vezes, o culpado é uma diminuição dos hormônios sexuais masculinos devido a um distúrbio endócrino. Em outros casos, a perda do desejo sexual pode ser um efeito colateral da medicação. Se você está preocupado com a perda do desejo sexual – especialmente se a perda aconteceu repentinamente – converse com seu médico. Ao procurar um médico especialista no assunto, ele provavelmente discutirá seu histórico médico detalhado, fará um exame físico e solicitará exames de laboratório para ajudar a determinar o que está causando a perda do desejo sexual. Depois de identificar o que está causando a perda do desejo sexual, seu médico pode sugerir opções de tratamento. Por exemplo: Se a perda do desejo sexual estiver relacionada ao estresse ou à depressão, tratamento psicológico em combinação com a medicação antidepressiva, pode ajudar. Algumas condições médicas, como apneia obstrutiva do sono, podem causar um nível de testosterona anormalmente baixo. O tratamento da apneia do sono reverterá o baixo nível de testosterona e melhorará o desejo sexual. Se uma causa reversível para a baixa testosterona não for encontrada, a terapia de reposição de testosterona pode retornar seu nível de testosterona e desejo sexual ao normal. Se um determinado medicamento está contribuindo para a perda do desejo sexual, seu médico pode sugerir que você tome um medicamento diferente. Algumas pessoas têm dificuldade em discutir sexo com seus médicos. Mas os tratamentos geralmente estão disponíveis para a perda do desejo sexual, então vale a pena ser aberto com seu médico.
A reposição hormonal masculina é indicada para tratamento da andropausa, um distúrbio hormonal natural que surge no homem a partir dos 40 anos e que é caracterizado pela baixa produção de testosterona.
A reposição geralmente só é indicada após os 40 anos e quando existem sintomas de andropausa muito intensos, que gerem desconforto no paciente.
A deficiência de testosterona pode provocar uma série de transtornos à saúde:
– Sintomas Gerais: Obesidade, redução da massa muscular, osteoporose, anemia e fadiga. Além disso, há perda de pelos pelo corpo, pensamentos depressivos, perda da sensação de vitalidade e bem-estar, além de sono excessivo;
– Sintomas Sexuais: Perda do interesse pela atividade sexual (libido), disfunção erétil (impotência), redução no número e na qualidade das ereções (rigidez peniana) ao acordar.
Benefícios da reposição hormonal com testosterona:
– Evita o aumento dos níveis de colesterol no sangue;
– Reduz os níveis de açúcar no sangue, combatendo o diabetes;
– Reduz o peso e a circunferência abdominal, aumentando a massa magra e a força muscular;
– Melhora a função cardiopulmonar;
– Reduz os episódios de angina (dor no peito), possivelmente diminuindo o risco de morte por doenças cardiovasculares (infarto, AVC, etc.).
Dr. Formen – Médico para Homens: Sua saúde em primeiro lugar!
Caso você esteja percebendo os sintomas típicos da queda da testosterona, o primeiro passo é procurar um especialista para orientar você sobre as causas de seus sintomas e, se for o caso, indicar a terapia de reposição hormonal.
Lembre-se: a andropausa, assim como a menopausa, é um processo natural e marca apenas o início de uma nova fase da sua vida. Mas com acompanhamento médico, exames em dia e os tratamentos indicados, é possível manter a saúde e a qualidade de vida.
Muitos homens ainda têm receio – e até mesmo vergonha – de fazer algumas perguntas ao seu médico, principalmente se estas tem relação com sexo.
Por isso, no artigo de hoje vou responder algumas das perguntas e comentários mais frequentes em meus atendimentos. Talvez alguma delas seja a sua dúvida ou o seu questionamento também!
1- “O estresse pode atrapalhar o meu desempenho na cama?”
Sim, o estresse pode atrapalhar o seu desempenho na cama.
(Foto: Divulgação)
Os principais fatores psicológicos que afetam o desejo sexual masculino são: estresse, ansiedade e depressão. A maioria dos casos de disfunções sexuais nos homens está ligada a causas orgânicas, mas muitos casos são originados por fatores psicológicos.
O estresse aumenta o fluxo sanguíneo e a frequência cardíaca, o que faz com que outras funções não prioritárias diminuam, como o sexo, por exemplo. Quando esse estresse se torna crônico, os níveis de cortisol ficam mais elevados e, consequentemente, a produção de testosterona, principal hormônio masculino, diminui. Ficar estressado leva ao cansaço e à desmotivação, que também podem interferir na disposição para ter uma relação sexual.
Ao contrário do que se pensa, a terceira idade não é a hora de parar de fazer sexo. É exatamente nesse momento que o casal pode tirar proveito da maturidade, intimidade e tempo livre que tem para usufruir do prazer que o corpo pode proporcionar aos dois.
Porém, como nessa época da vida tanto o corpo do homem quanto o corpo da mulher sofrem mudanças que desfavorecem a relação sexual, é preciso investir em alguns cuidados para que o sexo seja prazeroso em vez de doloroso e difícil.
Após os 65 anos, o homem tem seus níveis de testosterona e dopamina reduzidos, além de ter o hormônio responsável pelo bloqueio do apetite sexual aumentado. Esses fatores em conjunto podem minar a vontade do homem de ter relações sexuais, além de dificultar a ereção e diminuir a quantidade de esperma.
No corpo da mulher, as mudanças ocorrem ao longo dos anos, com a chegada da menopausa e o corpo vai se alterando pouco a pouco. A mulher na terceira idade pode sentir dor nas relações sexuais por causa das mudanças na pele. Além disso, após os 65 anos, a mulher passa a ter orgasmos diferentes, com sensações diferentes e menos intensas.
Apesar destes fatores desfavoráveis, é possível ter uma vida sexual saudável e ativa na terceira idade. Basta não ter medo de investir na obtenção do prazer a dois. Até porque, o sexo traz diversos benefícios à saúde, e na terceira idade isso nao é diferente.
3- “Doutor, masturbação ajuda ou atrapalha?”
A masturbação é uma prática comum e saudável a todos os homens. É por meio dela que começamos a nos conhecer sexualmente, uma espécie de porta de entrada no mundo do prazer sexual. Sem falar que é algo muito pessoal, e não há uma regra exata sobre como e com que frequência fazer.
Mas, a masturbação em excesso pode fazer mal a você! E os motivos não são apenas relacionados à saúde do pênis, mas existem questões sociais importantes a serem consideradas. Alguns perigos masturbação sem limites são:
MACHUCADOS
O excesso de masturbação pode prejudicar diretamente a saúde e aparência do seu pênis. Alguns homens acabam fazendo além da conta e o atrito pode machucar a região.
O VÍCIO E OS LUGARES INAPROPRIADOS
Claro que é possível ficar viciado em masturbação. A pessoa acaba criando uma necessidade de se masturbar várias vezes ao dia ou em momentos e lugares que não são apropriados para isso. Imagine alguém se masturbando no trabalho e é descoberto por algum colega ou pelo chefe. Ou no ônibus, no avião, etc. É um tema sério.
PODE ATRAPALHAR O RELACIONAMENTO
Você pode ficar condicionado a sentir prazer somente na masturbação, e não na hora do sexo com a sua parceira. Isso certamente vai atrapalhar seu relacionamento. Sua parceira não vai gostar de alguém que só consegue ter prazer sozinho ou pensando em outras pessoas.
PODE ATRAPALHAR SUA VIDA SOCIAL
Não é só o relacionamento que pode ser prejudicado por esse excesso. Sua vida social pode acabar ficando de lado para que você consiga saciar essa vontade que tem de se masturbar sempre, a toda hora.
4- “Meu desempenho no trabalho pode ser afetado pela falta de sexo?”
(Foto: Divulgação)
Pode sim. E o contrário também acontece, mas de maneira positiva. Vou explicar: pessoas que têm pelo menos um orgasmo por dia se tornam mais propensas a realizarem suas tarefas, terem melhores resultados no trabalho e subir na carreira.
Isso acontece porque o sexo desencadeia a liberação de dopamina, um neurotransmissor associado aos centros de recompensa do nosso cérebro, bem como a oxitocina, um neuropeptídeo associado às relações sociais e ao apego.
Com isso, quem tem relações sexuais frequentes acaba tendo mais disposição e humor, levando a um maior envolvimento no trabalho e resultados mais satisfatórios.
5- Pornografia e dificuldade de ereção
Alguns estudos concluíram que assistir conteúdo adulto não é de todo ruim, pois serve como um estímulo para a pessoa conhecer o próprio corpo e entender o modo como consegue sentir prazer. Por outro lado, as pessoas que consomem várias horas de pornografia todos os dias tendem a desenvolver um comportamento mais compulsivo.
Quanto mais vídeos pornográficos o indivíduo assiste, menos estimulantes os conteúdos se tornam. Isso pode desenvolver um ciclo vicioso em que ele procura material cada vez mais pesado para se satisfazer, o que também vai refletir negativamente na atividade sexual.
Existem muitos relatos de homens viciados em pornografia que, ao terem a oportunidade ter relações sexuais com uma mulher, não conseguiam manter uma ereção – mesmo sentindo atração pela pessoa e estando com vontade de consumar o ato.
6- “Quanto tempo devo demorar para ejacular?”
Pode-se afirmar que o homem sofre de ejaculação precoce quando o tempo transcorrido entre o início da penetração e o seu orgasmo é muito curto. Ou seja, ele ejacula em um período muito rápido depois de penetrar a parceira.
(Foto: Divulgação)
A média para a ejaculação masculina é de dois a quatro minutos. No entanto, a média global, considerada normal, é um pouco mais alta: é de cinco minutos.
Considerando esses números, um homem que ejacula, após a penetração vaginal, em um minuto, teve uma ejaculação precoce.
Esse tempo serve como referência para os médicos especializados em saúde sexual masculina. Assim, convencionalmente, um homem que, em mais de 50% das vezes que tem relações sexuais, ejacula após um ou dois minutos depois da penetrar sua parceira, está precisando de tratamento para a disfunção.
Esses são apenas alguns dos questionamentos e comentários mais recorrentes em minhas consultas. Se você estiver com alguma dúvida ou com algum problema ou dificuldade na sua vida sexual, não pense duas vezes antes de procurar ajuda especializada.
A Pílula anticoncepcional revolucionou hábitos sexuais ao ser inserida na sociedade, na década de 60. Atualmente, elas são usadas por 214 milhões de mulheres no mundo, rendendo ao mercado farmacêutico US $18 bilhões anuais.
Mesmo após seis décadas desde o lançamento da pílula via oral, na lista dos 20 métodos contraceptivos da Organização Mundial da Saúde (OMS) só há dois deles para os homens: a camisinha e a vasectomia.
(Foto: Divulgação)
O contraceptivo mais antigo da história é a camisinha, sendo utilizada desde o ano 2.000 a.C para controlar a natalidade por meio de uma barreira física, evitando o contato entre os espermatozóides e o óvulo. Posteriormente, no século 18, introduziu-se o último método no campo masculino, a vasectomia, que interrompe o suprimento de espermatozoides ao sêmen mediante a um procedimento cirúrgico.
Foi só então, no século 20, após o avanço da pílula anticoncepcional feminina, junto com inúmeros relatos de problemas causados pelo remédio, que surgiu o questionamento sobre a criação de um medicamento equivalente ao público masculino.
Pensando nisso, uma inventora alemã criou um artefato baseado em ultrassom que promete revolucionar os métodos contraceptivos, colocando os homens como os sujeitos a serem atendidos, resolvendo uma velha crítica das mulheres, que sofrem com os efeitos colaterais de anticoncepcionais.
Rebecca Weiss ganhou o prêmio principal do James Dyson Awards por criar o COSO, um aparelho que usa ultrassom para paralisar temporariamente o movimento dos espermatozoides.
Com poucos minutos de ação e a sensação apenas de um “banho” morno, o método ainda tem a vantagem de ser indolor. O artefato é usado de tempos em tempos – com o intervalo de alguns meses – para manter a interrupção na movimentação dos espermatozoides e, por consequência, evitar que eles possam fertilizar óvulos após o sexo.
Homens também fazem reposição hormonal?
Os homens dificilmente se queixam de problemas de saúde, mesmo quando o vigor físico e o desejo sexual diminuem de uma hora para outra, a irritabilidade diante dos pequenos problemas aumenta e os pelos começam a cair sem nenhuma explicação.
Quando, por fim, decidem procurar um urologista (mais de 50% do público masculino nunca pisou num consultório desse especialista), os médicos tampouco investigam os sintomas adequadamente. Resultado: os casos de hipogonadismo, um distúrbio em que os testículos passam a produzir menos testosterona e que está presente em cerca de 15% dos homens entre 50 e 60 anos, são subdiagnosticados.
Primeiramente, é preciso saber que mais de 57% dos homens nunca ouviram falar em andropausa e 71% desconhecem seus sintomas, segundo pesquisa recente da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). O levantamento foi realizado com 3.200 homens acima de 35 anos em oito capitais brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Salvador, Recife e Curitiba).
(Foto: Divulgação)
Dr. Roni de Carvalho Fernandes, presidente da SBU, explica que a falta de informação do público masculino a respeito da própria saúde se deve ao fato de que os homens tendem a priorizar outras tarefas em detrimento da saúde. “Eles não deixam de ir apenas ao urologista, também não consultam outros médicos, não sabem se têm doenças como diabetes e pressão alta e têm um enorme preconceito em relação a exames como o toque retal, um procedimento que não dura nem 30 segundos e é importante para detecção do câncer de próstata. Sobre a queda de testosterona, então, nunca ouviram falar. As mulheres se submetem a exames muito mais delicados e invasivos desde a adolescência”, comenta.
Segundo informações da Dra. Elaine Frade Costa, médica supervisora da divisão de endocrinologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, a reposição hormonal masculina é recomendada quando os níveis de testosterona estão abaixo da normalidade, isto é, menores que 230 ng/dL. Os principais sintomas da queda de testosterona são: diminuição do interesse sexual; dificuldade de ereção; falta de concentração e comprometimento da capacidade intelectual; perda de pelos; ganho de peso à custa de gordura; diminuição de massa e força muscular; irritabilidade; e insônia.
“Devido a um estilo de vida cada vez mais sedentário, o nível médio de testosterona nos homens vem diminuindo cada vez mais cedo. Além disso, fatores como obesidade e diabetes podem intensificar o problema”, esclarece.
Em relação à falta de diagnóstico, segundo Carlos Sacomani, doutor em urologia pela FMUSP, os médicos muitas vezes não perguntam sobre a vida sexual do paciente. “Se nós não perguntamos [sobre a vida sexual do paciente], quem irá perguntar? Falta investigação, porque o paciente raramente vai se queixar de falta de libido, de sentir menos atração pela esposa. Então, nos exames de rotina só se pede um ultrassom, um PSA. Mas não solicitam exames de sangue para analisar os níveis de testosterona, por exemplo”, relata.
O tratamento, dependendo do caso, pode durar a vida toda. Normalmente, o paciente precisa tomar uma injeção de aplicação trimestral. O medicamento também pode ser usado em forma de gel ou adesivo. Entre as contraindicações da terapia hormonal masculina está a suspeita ou caso confirmado de câncer de próstata ou de mama masculino.
Lembre-se: em caso de qualquer tipo de sintomas, não deixe para depois. Procure um médico.
Usamos cookies em nosso site para fornecer a experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar todos”, você concorda com o uso de TODOS os cookies. No entanto, você pode visitar "Configurações de cookies" para fornecer um consentimento controlado.
Este site usa cookies para melhorar a sua experiência enquanto navega pelo site. Destes, os cookies que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Esses cookies serão armazenados em seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de cancelar esses cookies. Porém, a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. These cookies ensure basic functionalities and security features of the website, anonymously.
Cookie
Duração
Descrição
cookielawinfo-checkbox-analytics
11 months
This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics".
cookielawinfo-checkbox-functional
11 months
The cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional".
cookielawinfo-checkbox-necessary
11 months
This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary".
cookielawinfo-checkbox-others
11 months
This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other.
cookielawinfo-checkbox-performance
11 months
This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance".
viewed_cookie_policy
11 months
The cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data.
Functional cookies help to perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collect feedbacks, and other third-party features.
Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.
Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.
Advertisement cookies are used to provide visitors with relevant ads and marketing campaigns. These cookies track visitors across websites and collect information to provide customized ads.