E os produtos vendidos com essa finalidade: funcionam?
Anúncios de produtos e procedimentos para aumento do pênis estão por toda parte. Uma infinidade de bombas, pílulas, pesos e exercícios afirmam aumentar o comprimento e a largura do seu pênis.
No entanto, há pouco suporte científico para métodos não cirúrgicos para aumentar o pênis. E nenhuma organização médica respeitável endossa a cirurgia do pênis por razões puramente estéticas.
A maioria das técnicas que você vê anunciadas são ineficazes e algumas podem danificar seu pênis. Pense duas vezes antes de tentar qualquer um deles.
Tamanho do pênis: o que é normal, o que não é?
O medo de que seu pênis pareça muito pequeno ou muito pequeno para satisfazer a sua parceira durante o sexo é comum. Mas estudos mostraram que a maioria dos homens que pensam que seus pênis são muito pequenos, na verdade, têm pênis de tamanho normal.
Da mesma forma, estudos sugerem que muitos homens têm uma ideia exagerada do que constitui o tamanho “normal” do pênis.
O comprimento de um pênis não ereto não prevê consistentemente o comprimento quando o pênis está ereto. Se o seu pénis tem cerca de 13 cm (5 polegadas) ou mais quando ereto, é de tamanho normal.
Um pênis é considerado anormalmente pequeno apenas se medir menos de 3 polegadas (cerca de 7,5 centímetros) quando ereto, uma condição chamada micropênis.
Quando se trata de beijos e sexo, não há razão para não se divertir tanto quanto você e sua parceira deseja.
Alguns benefícios do beijo: alivio do estresse e a ansiedade até aumentar o vínculo com a parceira, beijar durante o sexo é bom não só para você, mas também para o seu relacionamento.
Benefícios do beijo
Se é menos estresse e ansiedade que você quer, ou mais autoestima e uma saúde melhor, comece a beijar mais. Dada a série de benefícios que o ato de fazer “biquinho” proporciona e não há razão para não incorporar mais beijos em sua vida.
Aumenta a felicidade
Quando você beija, diminui o seu nível de cortisol — o hormônio responsável pelo controle do estresse que também é um marcador de depressão. Mas beijar faz mais do que vencer o estresse. O trio de “hormônios da felicidade” — oxitocina, serotonina e dopamina — é liberado quando você dá ou recebe um beijo. E todos esses beijos também farão com que você se sinta mais próximo e afetuoso com sua parceira.
Alivia o estresse e a ansiedade
A liberação de ocitocina também reduz a ansiedade. Menos ansiedade, mais sensações de bem-estar e relaxamento.
Cria um vínculo emocional com sua parceira A ocitocina também desempenha um papel importante, visto que impacta comportamentos pró-sociais, incentivando o vínculo e a confiança. Quanto mais oxitocina, mais confiante, relaxado e conectado você se sente. Esses sentimentos podem fazer o relacionamento mais duradouro e mais satisfatório.
Melhora sua vida sexual
Bons beijos podem levar à excitação, o que pode levar ao sexo. Os bons sentimentos de ligação que ocorrem durante uma sessão de beijos apaixonados também podem aumentar a qualidade e a paixão em um encontro sexual. E quanto mais você beijar, maior será a excitação sexual, então beijar enquanto faz sexo vai aumentar a excitação sexual também.
Quer mais benefícios físicos?
Beijar reduz a pressão arterial, alivia a dor de cabeça e até reduz a urticária e outros sinais de reação alérgica. Além disso, um estudo descobriu que os casais com sessões regulares e românticas de beijos mostraram melhora no colesterol. Como se tudo isso não bastasse, o beijo pode até tonificar até 34 músculos faciais e queimar calorias.
Quer saber mais sobre o assunto?
Continue acompanhando as nossas dicas de saúde aqui e se ficar com dúvida, entre em contato conosco!
Final de ano é momento de festa e celebração, mas também de reflexão, de análise e de recomeços. Para trás fica um ano que agora acaba, e dele devemos guardar todos os aprendizados e momentos felizes que tivemos com as pessoas que amamos.
Em todo ano que se inicia nós ganhamos uma ótima oportunidade de eliminar tudo que já não traz felicidade para nossas vidas e assim obtemos mais espaço para vivermos novas alegrias. Vamos nos cercar de pensamentos positivos e continuar a dar o nosso melhor sempre que possível.
Devemos sentir alegria e gratidão por mais um ano vivido, e apesar de tudo que tenha acontecido, o importante é que chegamos até aqui. E hoje somos mais experientes, mais fortes e mais sábios.
Que tal criar oportunidades para estar mais perto da sua família neste final de ano? Pode ser o momento perfeito para melhorar o seu relacionamento, não somente com a sua parceira, mas também com os seus filhos. Este bem estar e descontração é de extrema importância para o casal manter uma relação saudável, e isso vale também para os momentos a dois.
Então, amigo palmense, não deixe de reunir a sua família, viajar, conhecer aquele restaurante novo que você sempre quis, mas nunca teve tempo. Compartilhe momentos com quem você ama, agradeça por ter essas pessoas em sua vida, e encha o seu coração de otimismo, esperança e sonhos.
É hora de recomeçar e renovar, pois um novo ano se inicia e devemos vivê-lo e aproveitá-lo ao máximo. Receba-o com alegria, faça as pazes com seu passado e olhe para o futuro com esperança
Muito obrigado a todos por este ano que passou. Que você e sua família tenham um Feliz e Próspero Ano Novo!
A ciência prova: sexo faz bem para a saúde sim! A prática tem o poder de elevar a autoestima, aumentar a satisfação emocional e a qualidade de vida, além de fortalecer a união de um casal.
É nessa hora que nos perguntamos como um exercício tão ligado ao prazer carnal pode causar benefícios à saúde. A resposta é simples: o orgasmo está associado a descargas elétricas da região septal, no cérebro. Essa região, se estimulada, está associada a sensações de amor e afeição, e a redução de raiva e irritabilidade.
Além disso, o orgasmo aciona picos de ocitocina, que duram até cinco minutos na corrente sanguínea. Esse hormônio, liberado também na amamentação, é conhecido por promover o vínculo mãe-bebê, e por isso chamado também de hormônio da ligação, da formação do elo. No sexo, por sua forte liberação, fortalece o vínculo com o parceiro.
Quer mais razões para manter uma vida sexualmente ativa? Durante a relação sexual, como em um exercício físico moderado, há um aumento temporário do trabalho cardíaco e da pressão arterial. Isso quer dizer que a prática ajuda na proteção cardiovascular.
Durante o sexo, o corpo fabrica uma porção de substâncias, entre hormônios e neurotransmissores. Uma delas é a endorfina, a mesma que o corpo produz quando praticamos um exercício físico por alguns minutos. Essa molécula, capaz de aliviar as sensações dolorosas, é descarregada para valer no ápice da relação, o orgasmo, fazendo do sexo um remédio contra a dor.
O sexo também é um aliado no fortalecimento dos músculos e na queima de gordura, sendo possível perder de 100 a 300 calorias durante a relação, dependendo de sua intensidade. Além disso, de acordo com pesquisas recentes, fazer sexo uma ou duas vezes por semana pode ajudar a reforçar o sistema imunológico.
Ter relações sexuais frequentes também ajuda você e sua parceira a aumentar a autoestima, combater o estresse e ter uma noite mais tranquila de sono. Ou seja, os benefícios para a saúde que o sexo proporciona são inúmeros.
Quando é que o sexo deixa de ser saudável?
Pode ser difícil de acreditar, mas quando o sexo vira o centro da vida, ele pode começar a deixar de ser uma prática saudável. Isso porque, se desejado em excesso, pode atrapalhar as áreas familiar, afetiva, profissional e social, já que o saudável é sempre manter um equilíbrio. Pessoas com desejo sexual hiperativo sofrem pois não se saciam mesmo com uma alta freqüência de sexo e orgasmo. Nesse caso, terapeutas sexuais podem receitar uma medicação para o desequilíbrio químico.
O contrário também acontece. A disfunção do desejo sexual hipoativo – a baixa libido – é mais comum em mulheres, mas os homens também podem ter falta de apetite sexual. Terapia, na linha cognitiva comportamental, pode ajudar.
Existem também as disfunções sexuais específicas, quando uma fase da resposta sexual não funciona adequadamente. Dor, ejaculação precoce, falta de ereção, orgasmo ou lubrificação são exemplos. Essas disfunções podem ser tratadas, na maioria dos pacientes, até a meia-idade por terapeutas sexuais. Depois disso, os homens, por apresentarem mais problemas orgânicos, devem consultar também com urologista.
Sexo: Os brasileiros estão satisfeitos?
Embora muitas pesquisas indiquem que os brasileiros estão bem resolvidos quando o assunto é sexo, nos consultórios essa realidade é bem diferente. No geral, a população está – sim – insatisfeita.
Isso acontece pela associação de sexo com virilidade, poder, força e saúde. Quem não está bem sexualmente está também fraco em todos os outros aspectos. Isso fere o perfil dos brasileiros, preferindo então optar pelo péssimo hábito de mentir, ocultar, e de sempre querer mostrar que são os melhores.
Falar sobre sexo ainda é tabu. Por que?
Os valores interiores das pessoas não mudam tão rapidamente como os valores exteriores, isto é, as mensagens que as pessoas têm hoje, no século 21, vem de milênios, através de gerações a gerações. É absolutamente impossível mudar estes valores internos na mesma velocidade que mudam a moda, os estilos de vida, e outros fatores. A mudança sexual ocorreu no plano consciente. No plano inconsciente, as transformações ainda estão ocorrendo. Pode-se dizer que as pessoas estão liberadas apenas na “máscara”, na representação; enquanto seu “interior” ainda continua sendo colonial.
As mulheres estão evoluindo sexualmente no sentido de ter consciência do direito de usufruir prazer e bem-estar no sexo. Por isso conquistaram maior liberdade e independência sexual. Hoje, as mulheres, de modo geral, são informadas sobre as práticas sexuais. Por isso podem exercê-las de forma mais tranqüila. Elas não aceitam tão facilmente todos os mecanismos de repressão sexual que vem da própria família, da religião, da escola e do grupo social.
Independência financeira, familiar e até mesmo afetiva, em constante processo, têm colaborado para uma melhor busca e performance sexual das mulheres.
Por que o homem ainda se sente mais à vontade do que a mulher para falar sobre sexo?
A repressão feminina é histórica, vindo através de séculos e séculos. De qualquer forma, as mulheres têm avançado muito na discussão de assuntos sexuais, principalmente quando a discussão ocorre com maior profundidade e maior seriedade. Os homens continuam ainda superficiais, embora grande parte também tenha procurado desenvolver-se abordando questões sexuais com maior conhecimento e seriedade.
Para um relacionamento mais saudável e duradouro, é fundamental manter um canal de diálogo aberto com a sua parceira, e isso também envolve falar sobre sexo abertamente, fazendo com que esse assunto deixe de ser um tabu. Afinal, como você já sabe, a prática sexual traz inúmeros benefícios à saúde, tanto sua quanto de sua parceira.
Muitos homens ainda têm receio – e até mesmo vergonha – de fazer algumas perguntas ao seu médico, principalmente se estas tem relação com sexo.
Por isso, no artigo de hoje vou responder algumas das perguntas e comentários mais frequentes em meus atendimentos. Talvez alguma delas seja a sua dúvida ou o seu questionamento também!
1- “O estresse pode atrapalhar o meu desempenho na cama?”
Sim, o estresse pode atrapalhar o seu desempenho na cama.
(Foto: Divulgação)
Os principais fatores psicológicos que afetam o desejo sexual masculino são: estresse, ansiedade e depressão. A maioria dos casos de disfunções sexuais nos homens está ligada a causas orgânicas, mas muitos casos são originados por fatores psicológicos.
O estresse aumenta o fluxo sanguíneo e a frequência cardíaca, o que faz com que outras funções não prioritárias diminuam, como o sexo, por exemplo. Quando esse estresse se torna crônico, os níveis de cortisol ficam mais elevados e, consequentemente, a produção de testosterona, principal hormônio masculino, diminui. Ficar estressado leva ao cansaço e à desmotivação, que também podem interferir na disposição para ter uma relação sexual.
Ao contrário do que se pensa, a terceira idade não é a hora de parar de fazer sexo. É exatamente nesse momento que o casal pode tirar proveito da maturidade, intimidade e tempo livre que tem para usufruir do prazer que o corpo pode proporcionar aos dois.
Porém, como nessa época da vida tanto o corpo do homem quanto o corpo da mulher sofrem mudanças que desfavorecem a relação sexual, é preciso investir em alguns cuidados para que o sexo seja prazeroso em vez de doloroso e difícil.
Após os 65 anos, o homem tem seus níveis de testosterona e dopamina reduzidos, além de ter o hormônio responsável pelo bloqueio do apetite sexual aumentado. Esses fatores em conjunto podem minar a vontade do homem de ter relações sexuais, além de dificultar a ereção e diminuir a quantidade de esperma.
No corpo da mulher, as mudanças ocorrem ao longo dos anos, com a chegada da menopausa e o corpo vai se alterando pouco a pouco. A mulher na terceira idade pode sentir dor nas relações sexuais por causa das mudanças na pele. Além disso, após os 65 anos, a mulher passa a ter orgasmos diferentes, com sensações diferentes e menos intensas.
Apesar destes fatores desfavoráveis, é possível ter uma vida sexual saudável e ativa na terceira idade. Basta não ter medo de investir na obtenção do prazer a dois. Até porque, o sexo traz diversos benefícios à saúde, e na terceira idade isso nao é diferente.
3- “Doutor, masturbação ajuda ou atrapalha?”
A masturbação é uma prática comum e saudável a todos os homens. É por meio dela que começamos a nos conhecer sexualmente, uma espécie de porta de entrada no mundo do prazer sexual. Sem falar que é algo muito pessoal, e não há uma regra exata sobre como e com que frequência fazer.
Mas, a masturbação em excesso pode fazer mal a você! E os motivos não são apenas relacionados à saúde do pênis, mas existem questões sociais importantes a serem consideradas. Alguns perigos masturbação sem limites são:
MACHUCADOS
O excesso de masturbação pode prejudicar diretamente a saúde e aparência do seu pênis. Alguns homens acabam fazendo além da conta e o atrito pode machucar a região.
O VÍCIO E OS LUGARES INAPROPRIADOS
Claro que é possível ficar viciado em masturbação. A pessoa acaba criando uma necessidade de se masturbar várias vezes ao dia ou em momentos e lugares que não são apropriados para isso. Imagine alguém se masturbando no trabalho e é descoberto por algum colega ou pelo chefe. Ou no ônibus, no avião, etc. É um tema sério.
PODE ATRAPALHAR O RELACIONAMENTO
Você pode ficar condicionado a sentir prazer somente na masturbação, e não na hora do sexo com a sua parceira. Isso certamente vai atrapalhar seu relacionamento. Sua parceira não vai gostar de alguém que só consegue ter prazer sozinho ou pensando em outras pessoas.
PODE ATRAPALHAR SUA VIDA SOCIAL
Não é só o relacionamento que pode ser prejudicado por esse excesso. Sua vida social pode acabar ficando de lado para que você consiga saciar essa vontade que tem de se masturbar sempre, a toda hora.
4- “Meu desempenho no trabalho pode ser afetado pela falta de sexo?”
(Foto: Divulgação)
Pode sim. E o contrário também acontece, mas de maneira positiva. Vou explicar: pessoas que têm pelo menos um orgasmo por dia se tornam mais propensas a realizarem suas tarefas, terem melhores resultados no trabalho e subir na carreira.
Isso acontece porque o sexo desencadeia a liberação de dopamina, um neurotransmissor associado aos centros de recompensa do nosso cérebro, bem como a oxitocina, um neuropeptídeo associado às relações sociais e ao apego.
Com isso, quem tem relações sexuais frequentes acaba tendo mais disposição e humor, levando a um maior envolvimento no trabalho e resultados mais satisfatórios.
5- Pornografia e dificuldade de ereção
Alguns estudos concluíram que assistir conteúdo adulto não é de todo ruim, pois serve como um estímulo para a pessoa conhecer o próprio corpo e entender o modo como consegue sentir prazer. Por outro lado, as pessoas que consomem várias horas de pornografia todos os dias tendem a desenvolver um comportamento mais compulsivo.
Quanto mais vídeos pornográficos o indivíduo assiste, menos estimulantes os conteúdos se tornam. Isso pode desenvolver um ciclo vicioso em que ele procura material cada vez mais pesado para se satisfazer, o que também vai refletir negativamente na atividade sexual.
Existem muitos relatos de homens viciados em pornografia que, ao terem a oportunidade ter relações sexuais com uma mulher, não conseguiam manter uma ereção – mesmo sentindo atração pela pessoa e estando com vontade de consumar o ato.
6- “Quanto tempo devo demorar para ejacular?”
Pode-se afirmar que o homem sofre de ejaculação precoce quando o tempo transcorrido entre o início da penetração e o seu orgasmo é muito curto. Ou seja, ele ejacula em um período muito rápido depois de penetrar a parceira.
(Foto: Divulgação)
A média para a ejaculação masculina é de dois a quatro minutos. No entanto, a média global, considerada normal, é um pouco mais alta: é de cinco minutos.
Considerando esses números, um homem que ejacula, após a penetração vaginal, em um minuto, teve uma ejaculação precoce.
Esse tempo serve como referência para os médicos especializados em saúde sexual masculina. Assim, convencionalmente, um homem que, em mais de 50% das vezes que tem relações sexuais, ejacula após um ou dois minutos depois da penetrar sua parceira, está precisando de tratamento para a disfunção.
Esses são apenas alguns dos questionamentos e comentários mais recorrentes em minhas consultas. Se você estiver com alguma dúvida ou com algum problema ou dificuldade na sua vida sexual, não pense duas vezes antes de procurar ajuda especializada.
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